{"id":134854,"date":"2019-06-10T12:01:04","date_gmt":"2019-06-10T11:01:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/?p=134854"},"modified":"2019-06-04T14:08:51","modified_gmt":"2019-06-04T13:08:51","slug":"portugues-biografia-de-fernando-pessoa-13-jun-1888-30-nov-1935-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/2019\/06\/portugues-biografia-de-fernando-pessoa-13-jun-1888-30-nov-1935-2\/","title":{"rendered":"(Portugu\u00eas) Biografia de Fernando Pessoa (13 jun 1888 \u2013 30 nov 1935)"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_67150\" style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/fernando-pessoa-jovem.jpg\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-67150\" class=\"wp-image-67150\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/fernando-pessoa-jovem-297x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/fernando-pessoa-jovem-297x300.jpg 297w, https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/fernando-pessoa-jovem.jpg 436w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-67150\" class=\"wp-caption-text\">Fernando Pessoa jovem<br \/>www.poesiaspoemaseversos.com.br<\/p><\/div>\n<p>Fernando Pessoa foi um poeta portugu\u00eas, um dos mais importantes da l\u00edngua portuguesa. \u201cMensagem\u201d foi um dos poucos livros de poesias publicado em vida. Teve diversas profiss\u00f5es: foi editor, astr\u00f3logo, publicit\u00e1rio, tradutor t\u00e9cnico, jornalista, empres\u00e1rio, cr\u00edtico liter\u00e1rio e cr\u00edtico pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Nasceu em Lisboa, Portugal. Ficou \u00f3rf\u00e3o de pai aos 5 anos de idade. Seu padastro era o comandante Jo\u00e3o Miguel Rosa, que foi nomeado c\u00f4nsul de Portugal em Durban, na \u00c1frica do Sul. Acompanhando a fam\u00edlia na \u00c1frica, Fernando recebeu educa\u00e7\u00e3o inglesa. Estudou em col\u00e9gio de freiras e na Durban High School.<\/p>\n<p>Em 1901 escreveu seus primeiros poemas em ingl\u00eas. Em 1902 a fam\u00edlia voltou para Lisboa. Em 1903 Fernando Pessoa retornou sozinho para a \u00c1frica do Sul, onde submeteu-se a uma sele\u00e7\u00e3o para a Universidade do Cabo da Boa Esperan\u00e7a. Em 1905 de volta a Lisboa, matriculou-se na Faculdade de Letras, onde cursou Filosofia. Em 1907 abandonou o curso.<\/p>\n<p>Pessoa passou a ter contato mais efetivo com a literatura portuguesa, principalmente Padre Ant\u00f4nio Vieira e Ces\u00e1rio Verde. Foi tamb\u00e9m influenciado pelos estudos filos\u00f3ficos de Nietzsche e Schopenhauer. Recebeu tamb\u00e9m influ\u00eancias do simbolismo franc\u00eas.<\/p>\n<p>Em 1912, come\u00e7ou suas atividades como ensa\u00edsta e cr\u00edtico liter\u00e1rio, na revista \u00c1guia.<\/p>\n<div id=\"attachment_67151\" style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Fernando-Pessoa-crono.png\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-67151\" class=\"wp-image-67151 size-medium\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Fernando-Pessoa-crono-200x300.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Fernando-Pessoa-crono-200x300.png 200w, https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/Fernando-Pessoa-crono.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-67151\" class=\"wp-caption-text\">modernismo.pt<\/p><\/div>\n<p>A sa\u00fade do poeta portugu\u00eas come\u00e7ou a apresentar complica\u00e7\u00f5es em 1935. Neste ano, foi hospitalizado com c\u00f3lica hep\u00e1tica, provavelmente causada pelo consumo excessivo de bebida alco\u00f3lica. Sua morte prematura, aos 47 anos, provavelmente aconteceu em fun\u00e7\u00e3o destes problemas, pois apresentou cirrose hep\u00e1tica.<\/p>\n<p>Em 1915, liderou um grupo de intelectuais, entre eles M\u00e1rio de S\u00e1 Carneiro e Almada Negreiros. Fundou a revista Orfeu, onde publicou poemas que escandalizaram a sociedade conservadora da \u00e9poca. Os poemas \u201cOde Triunfal\u201d e \u201cOpi\u00e1rio\u201d, escritos por \u201c\u00c1lvaro de Campos\u201d, causaram rea\u00e7\u00f5es violentas contra a revista. Fernando Pessoa foi chamado de louco.<\/p>\n<p>Fernando Pessoa mostrou muito pouco de seu trabalho em vida. Em 1934 candidatou-se com a obra \u201cMensagem\u201d, um dos poucos livros publicados em vida, ao pr\u00eamio de poesia do Secretariado Nacional de Informa\u00e7\u00f5es de Lisboa, sua obra ficou em segundo lugar.<\/p>\n<p>Morreu em Lisboa, Portugal.<\/p>\n<p>*******************<\/p>\n<p><strong>O ort\u00f4nimo e os heter\u00f4nimos de Fernando Pessoa<\/strong><\/p>\n<p>Fernando Pessoa foi v\u00e1rios poetas ao mesmo tempo. Tendo sido \u201cplural\u201d como se definiu, criou v\u00e1rios poetas, que conviviam nele. Cada um tem sua biografia e tra\u00e7os diferentes de personalidade. Os poetas n\u00e3o s\u00e3o pseud\u00f4nimos e sim heter\u00f4nimos, isto \u00e9 indiv\u00edduos diferentes, cada qual com seu mundo pr\u00f3prio, representando o que angustiava ou encantava seu autor.<\/p>\n<p>Fernando Pessoa usou em suas obras diversas autorias. Usou seu pr\u00f3prio nome (ort\u00f4nimo) para assinar v\u00e1rias obras e pseud\u00f4nimos (heter\u00f4nimos) para assinar outras. Os heter\u00f4nimos de Fernando Pessoa tinham personalidade pr\u00f3pria e caracter\u00edsticas liter\u00e1rias diferenciadas. S\u00e3o eles: Alberto Caeiro da Silva, \u00c1lvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/fernando-pessoa-l.jpg\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-134867 size-medium\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/fernando-pessoa-l-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/fernando-pessoa-l-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/fernando-pessoa-l.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00c1lvaro de Campos<\/strong><\/p>\n<p>Era um engenheiro portugu\u00eas de educa\u00e7\u00e3o inglesa. Influenciado pelo simbolismo e futurismo, apresentava certo niilismo em suas obras.\u00a0Campos tem um estilo associado ao do poeta norte-americano Walt Whitman.<\/p>\n<p><strong>Ricardo Reis<\/strong><\/p>\n<p>Era um m\u00e9dico que escrevia suas obras com simetria e harmonia. O bucolismo estava presente em suas poesias. Era um defensor da monarquia e demonstrava grande interesse pela <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.suapesquisa.com\/o_que_e\/cultura.htm\" >cultura<\/a> latina. Reis \u00e9 um classicista<\/p>\n<p><strong>Alberto Caeiro<\/strong><\/p>\n<p>Com uma forma\u00e7\u00e3o educacional simples (apenas o prim\u00e1rio), este heter\u00f4nimo fazia poesias de forma simples, direta e concreta. Caeiro \u00e9 considerado naturalista e c\u00e9tico. Suas obras est\u00e3o reunidas em Poemas Completos de Alberto Caeiro.<\/p>\n<p>Fernando Pessoa, o Ortonimo t\u00e3o Grandioso quanto os Heteronimos.<br \/>\nlounge.obviousmag.org<\/p>\n<p><strong>Obras Publicadas em Vida:<\/strong><\/p>\n<p>35 Sonnets, 1918<br \/>\nAntinous, 1918<br \/>\nEnglish Poems, I, II e III, 1921<br \/>\nMensagem, 1934<\/p>\n<p><strong>Obras P\u00f3stumas<\/strong><\/p>\n<p>Poesias de Fernando Pessoa, 1942<br \/>\nPoesias de \u00c1lvaro de Campos, 1944<br \/>\nA Nova Poesia Portuguesa, 1944<br \/>\nPoesias de Alberto Caeiro, 1946<br \/>\nOdes de Ricardo Reis, 1946<br \/>\nPoemas Dram\u00e1ticos, 1952<br \/>\nPoesias In\u00e9ditas I e II, 1955 e 1956<br \/>\nTextos Filos\u00f3ficos, 2 v, 1968<br \/>\nNovas Poesias In\u00e9ditas, 1973<br \/>\nPoemas Ingleses Publicados por Fernando Pessoa, 1974<br \/>\nCartas de Amor de Fernando Pessoa, 1978<br \/>\nSobre Portugal, 1979<br \/>\nTextos de Cr\u00edtica e de Interven\u00e7\u00e3o, 1980<br \/>\nCarta de Fernando Pessoa a Jo\u00e3o Gaspar Sim\u00f5es, 1982<br \/>\nCartas de Fernando Pessoa a Armando Cortes Rodrigues, 1985<br \/>\nObra Po\u00e9tica de Fernando Pessoa, 1986<br \/>\nO Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro, 1986<br \/>\nPrimeiro Fausto, 1986<\/p>\n<p><strong>Poesias de Fernando Pessoa<\/strong><\/p>\n<p>. A barca<br \/>\n\u00b7 Anivers\u00e1rio<br \/>\n\u00b7 Autopsicografia<br \/>\n\u00b7 \u00c0 Emissora Nacional<br \/>\n\u00b7 Amei-te e por te amar\u2026<br \/>\n\u00b7 Ant\u00f4nio de Oliveira Salazar<br \/>\n\u00b7 Elegia na Sombra<br \/>\n\u00b7 Isto<br \/>\n\u00b7 Liberdade<br \/>\n\u00b7 Mar portugu\u00eas<br \/>\n\u00b7 Mensagem<br \/>\n\u00b7 Natal<br \/>\n\u00b7 O Eu profundo e os outros Eus<br \/>\n\u00b7 O cancioneiro<br \/>\n\u00b7 O Menino da Sua M\u00e3e<br \/>\n\u00b7 O pastor amoroso<br \/>\n\u00b7 Poema Pial<br \/>\n\u00b7 Poema em linha reta<br \/>\n\u00b7 Poemas Traduzidos<br \/>\n\u00b7 Poemas de Ricardo Reis<br \/>\n\u00b7 Poesias In\u00e9ditas<br \/>\n\u00b7 Poemas para Lili<br \/>\n\u00b7 Poemas de \u00c1lvaro de Campos<br \/>\n\u00b7 Press\u00e1gio<br \/>\n\u00b7 Primeiro Fausto<br \/>\n\u00b7 Quadras ao gosto popular<br \/>\n\u00b7 Ser grande<br \/>\n\u00b7 Solenemente<br \/>\n\u00b7 Todas as cartas de amor\u2026<br \/>\n\u00b7 Vendaval<\/p>\n<p><strong>Prosas de Fernando Pessoa<\/strong><\/p>\n<p>. Pessoa e o Fado: Um Depoimento de 1929<br \/>\n\u00b7 P\u00e1ginas \u00cdntimas e de Auto-Interpreta\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u00b7 P\u00e1ginas de Est\u00e9tica e de Teoria e de Cr\u00edtica Liter\u00e1rias<\/p>\n<p><strong>Obras do heter\u00f4nimo Alberto Caeiro<\/strong><\/p>\n<p>. Guardador de Rebanhos<br \/>\n\u00b7 O guardador de rebanhos<br \/>\n\u00b7 A Espantosa Realidade das Cousas<br \/>\n\u00b7 Um Dia de Chuva<br \/>\n\u00b7 Todos os Dias<br \/>\n\u00b7 Poemas Completos<br \/>\n\u00b7 Quando Eu n\u00e3o tinha<br \/>\n\u00b7 Vai Alta no C\u00e9u a lua da Primavera<br \/>\n\u00b7 O Amor \u00e9 uma Companhia<br \/>\n\u00b7 Eu Nunca Guardei Rebanhos<br \/>\n\u00b7 O Meu Olhar<br \/>\n\u00b7 Ao Entardecer<br \/>\n\u00b7 Esta Tarde a Trovoada Caiu<br \/>\n\u00b7 H\u00e1 <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.suapesquisa.com\/o_que_e\/metafisica.htm\" >Metaf\u00edsica<\/a> Bastante em N\u00e3o Pensar em Nada<br \/>\n\u00b7 Pensar em Deus<br \/>\n\u00b7 Da Minha Aldeia<br \/>\n\u00b7 Num Meio-Dia de Fim de Primavera<br \/>\n\u00b7 Sou um Guardador de Rebanhos<br \/>\n\u00b7 Ol\u00e1, Guardador de Rebanhos<br \/>\n\u00b7 Aquela Senhora tem um Piano<br \/>\n\u00b7 Os Pastores de <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.suapesquisa.com\/biografias\/virgilio.htm\" >Virg\u00edlio<\/a><br \/>\n\u00b7 N\u00e3o me Importo com as Rimas<br \/>\n\u00b7 As Quatro Can\u00e7\u00f5es<br \/>\n\u00b7 Quem me Dera<br \/>\n\u00b7 No meu Prato<br \/>\n\u00b7 Quem me Dera que eu Fosse o P\u00f3 da Estrada<br \/>\n\u00b7 O Luar<br \/>\n\u00b7 O Tejo \u00e9 mais Belo<br \/>\n\u00b7 Se Eu Pudesse<br \/>\n\u00b7 Num Dia de Ver\u00e3o<br \/>\n\u00b7 O que N\u00f3s Vemos<br \/>\n\u00b7 As Bolas de Sab\u00e3o<br \/>\n\u00b7 \u00e0s Vezes<br \/>\n\u00b7 S\u00f3 a Natureza \u00e9 Divina<br \/>\n\u00b7 Li Hoje<br \/>\n\u00b7 Nem Sempre Sou Igual<br \/>\n\u00b7 Se Quiserem que Eu Tenha um Misticismo<br \/>\n\u00b7 Se \u00e0s Vezes Digo que as Flores Sorriem<br \/>\n\u00b7 Ontem \u00e0 Tardeterr<br \/>\n\u00b7 Pobres das Flores<br \/>\n\u00b7 Acho t\u00e3o Natural que n\u00e3o se Pense<br \/>\n\u00b7 H\u00e1 Poetas que s\u00e3o Artistas<br \/>\n\u00b7 Como um Grande Borr\u00e3o<br \/>\n\u00b7 Bendito seja o Mesmo Sol<br \/>\n\u00b7 O Mist\u00e9rio das Cousas<br \/>\n\u00b7 Passa uma Borboleta<br \/>\n\u00b7 No Entardecer<br \/>\n\u00b7 Passou a Dilig\u00eancia<br \/>\n\u00b7 Antes o Voo da Ave<br \/>\n\u00b7 Acordo de Noite<br \/>\n\u00b7 Um Renque de \u00e1rvores<br \/>\n\u00b7 Deste Modo ou Daquele Modo<\/p>\n<p><strong>Obras do heter\u00f4nimo \u00c1lvaro de Campos <\/strong><\/p>\n<p>. Acaso<br \/>\n\u00b7 Acordar<br \/>\n\u00b7 Adiamento<br \/>\n\u00b7 Afinal<br \/>\n\u00b7 A Fernando Pessoa<br \/>\n\u00b7 A Frescura<br \/>\n\u00b7 Ah, Onde Estou<br \/>\n\u00b7 Ah, Perante<br \/>\n\u00b7 Ah, Um Soneto<br \/>\n\u00b7 Ali N\u00e3o Havia<br \/>\n\u00b7 Anivers\u00e1rio<br \/>\n\u00b7 Ao Volante<br \/>\n\u00b7 Apostila<br \/>\n\u00b7 \u00e0s Vezes<br \/>\n\u00b7 Barrow-on-Furness<br \/>\n\u00b7 Bicarbonato de Soda<br \/>\n\u00b7 O Bin\u00f4mio de Newton<br \/>\n\u00b7 A Casa Branca Nau Preta<br \/>\n\u00b7 Chega Atrav\u00e9s<br \/>\n\u00b7 Cartas de amor<br \/>\n\u00b7 Clearly Non-Campos!<br \/>\n\u00b7 Come\u00e7a a Haver<br \/>\n\u00b7 Come\u00e7o a conhecer-me. N\u00e3o existo<br \/>\n\u00b7 Conclus\u00e3o a sucata !\u2026 Fiz o c\u00e1lculo<br \/>\n\u00b7 Contudo<br \/>\n\u00b7 Cruz na Porta<br \/>\n\u00b7 Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa<br \/>\n\u00b7 Datilografia<br \/>\n\u00b7 Dela Musique<br \/>\n\u00b7 Demogorgon<br \/>\n\u00b7 Depus a M\u00e1scara<br \/>\n\u00b7 Desfraldando ao conjunto fict\u00edcio dos c\u00e9us estrelados<br \/>\n\u00b7 O Descalabro<br \/>\n\u00b7 Dobrada \u00e0 morda do Porto<br \/>\n\u00b7 Dois Excertos de Odes<br \/>\n\u00b7 Domingo Irei<br \/>\n\u00b7 Escrito Num Livro Abandonado em Viagem<br \/>\n\u00b7 H\u00e1 mais<br \/>\n\u00b7 Ins\u00f4nia<br \/>\n\u00b7 O Esplendor<br \/>\n\u00b7 Esta Velha<br \/>\n\u00b7 Estou<br \/>\n\u00b7 Estou Cansado<br \/>\n\u00b7 Eu<br \/>\n\u00b7 Far\u00f3is<br \/>\n\u00b7 Gazetilha<br \/>\n\u00b7 Gostava<br \/>\n\u00b7 Grandes<br \/>\n\u00b7 H\u00e1 Mais<br \/>\n\u00b7 L\u00e1 chegam todos, l\u00e1 chegam todos\u2026<br \/>\n\u00b7 Lisboa<br \/>\n\u00b7 O Florir<br \/>\n\u00b7 O Frio Especial<br \/>\n\u00b7 Lisbon Revisited \u2013 l923<br \/>\n\u00b7 Lisbon Revisited \u2013 1926<br \/>\n\u00b7 Magnificat<br \/>\n\u00b7 Marinetti Acad\u00eamico<br \/>\n\u00b7 Mas Eu<br \/>\n\u00b7 Mestre<br \/>\n\u00b7 Na Casa Defronte<br \/>\n\u00b7 Na Noite Terr\u00edvel<br \/>\n\u00b7 Na V\u00e9spera<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o Estou<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o, N\u00e3o \u00e9 cansa\u00e7o<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o: devagar<br \/>\n\u00b7 Nas Pra\u00e7as<br \/>\n\u00b7 Psiquetipia (ou Psicotipia)<br \/>\n\u00b7 Soneto j\u00e1 antigo<br \/>\n\u00b7 The Times<\/p>\n<p><strong>Obras do heter\u00f4nimo Ricardo Reis<\/strong><\/p>\n<p>. A Abelha<br \/>\n\u00b7 A Cada Qual<br \/>\n\u00b7 Acima da verdade<br \/>\n\u00b7 A flor que \u00e9s<br \/>\n\u00b7 Aguardo<br \/>\n\u00b7 Aqui<br \/>\n\u00b7 Aqui, dizeis<br \/>\n\u00b7 Aqui, neste mis\u00e9rrimo desterro<br \/>\n\u00b7 Ao Longe<br \/>\n\u00b7 Aos Deuses<br \/>\n\u00b7 Antes de N\u00f3s<br \/>\n\u00b7 Anjos ou Deuses<br \/>\n\u00b7 A palidez do dia<br \/>\n\u00b7 Atr\u00e1s n\u00e3o torna<br \/>\n\u00b7 A Nada Imploram<br \/>\n\u00b7 As Rosas<br \/>\n\u00b7 Azuis os Montes<br \/>\n\u00b7 Bocas Roxas<br \/>\n\u00b7 Breve o Dia<br \/>\n\u00b7 Cada Coisa<br \/>\n\u00b7 Cada dia sem gozo n\u00e3o foi teu<br \/>\n\u00b7 Cancioneiro<br \/>\n\u00b7 Como<br \/>\n\u00b7 Coroai-me<br \/>\n\u00b7 Cuidas, \u00edndio<br \/>\n\u00b7 Da L\u00e2mpada<br \/>\n\u00b7 Da Nossa Semelhan\u00e7a<br \/>\n\u00b7 De Apolo<br \/>\n\u00b7 De Novo Traz<br \/>\n\u00b7 Deixemos, L\u00eddia<br \/>\n\u00b7 Dia Ap\u00f3s Dia<br \/>\n\u00b7 Do que Quero<br \/>\n\u00b7 Do Ritual do Grau de Mestre do \u00e1trio na Ordem Templ\u00e1ria de Portugal<br \/>\n\u00b7 Domina ou Cala<br \/>\n\u00b7 Eros e Psique<br \/>\n\u00b7 Est\u00e1s s\u00f3. Ningu\u00e9m o sabe<br \/>\n\u00b7 Este seu escasso campo<br \/>\n\u00b7 \u00c9 t\u00e3o suave<br \/>\n\u00b7 Feliz Aquele<br \/>\n\u00b7 Felizes<br \/>\n\u00b7 Flores<br \/>\n\u00b7 Frutos<br \/>\n\u00b7 Gozo Sonhado<br \/>\n\u00b7 Ingl\u00f3ria<br \/>\n\u00b7 J\u00e1 Sobre a Fronte<br \/>\n\u00b7 Lenta, Descansa<br \/>\n\u00b7 L\u00eddia<br \/>\n\u00b7 Melhor Destino<br \/>\n\u00b7 Mestre<br \/>\n\u00b7 Meu Gesto<br \/>\n\u00b7 Nada Fica<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o Canto<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o Consentem<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o queiras<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o quero, Cloe, teu amor, que oprime<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o quero recordar nem conhecer-me<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o S\u00f3 Vinho<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o s\u00f3 quem nos odeia ou nos inveja<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o sei de quem recordo meu passado<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o Sei se \u00e9 Amor que tens<br \/>\n\u00b7 N\u00e3o Tenhas<br \/>\n\u00b7 Nem da Erva<br \/>\n\u00b7 Negue-me<br \/>\n\u00b7 Ningu\u00e9m a Outro Ama<br \/>\n\u00b7 Ningu\u00e9m, na vasta selva virgem<br \/>\n\u00b7 No Breve N\u00famero<br \/>\n\u00b7 No Ciclo Eterno<br \/>\n\u00b7 No Magno Dia<br \/>\n\u00b7 No mundo, S\u00f3 comigo, me deixaram<br \/>\n\u00b7 Nos Altos Ramos<br \/>\n\u00b7 Nunca<br \/>\n\u00b7 Ouvi contar que outrora<br \/>\n\u00b7 Olho<br \/>\n\u00b7 O que Sentimos<br \/>\n\u00b7 Os Deuses e os Messias<br \/>\n\u00b7 O Deus P\u00e3<br \/>\n\u00b7 Os Deuses<br \/>\n\u00b7 O Ritmo Antigo<br \/>\n\u00b7 O Mar Jaz<br \/>\n\u00b7 O Sono \u00e9 Bom<br \/>\n\u00b7 O Rastro Breve<br \/>\n\u00b7 Para os Deuses<br \/>\n\u00b7 Para ser grande, s\u00ea inteiro: nada<br \/>\n\u00b7 Pesa o Decreto<br \/>\n\u00b7 Ponho na Altiva<br \/>\n\u00b7 Pois que nada que dure, ou que, durando<br \/>\n\u00b7 Prazer<br \/>\n\u00b7 Prefiro Rosas<br \/>\n\u00b7 Quanta Tristeza<br \/>\n\u00b7 Quando, L\u00eddia<br \/>\n\u00b7 Quanto fa\u00e7as, supremamente faze<br \/>\n\u00b7 Quem diz ao dia, dura! e \u00e0 treva, acaba!<br \/>\n\u00b7 Quer Pouco<br \/>\n\u00b7 Quero dos Deuses<br \/>\n\u00b7 Quero Ignorado<br \/>\n\u00b7 Rasteja Mole<br \/>\n\u00b7 S\u00e1bio<br \/>\n\u00b7 Saudoso<br \/>\n\u00b7 Segue o teu destino<br \/>\n\u00b7 Se Recordo<br \/>\n\u00b7 Severo Narro<br \/>\n\u00b7 Sereno Aguarda<br \/>\n\u00b7 Seguro Assento<br \/>\n\u00b7 Sim<br \/>\n\u00b7 S\u00f3 o Ter<br \/>\n\u00b7 S\u00f3 Esta Liberdade<br \/>\n\u00b7 Sofro, L\u00eddia<br \/>\n\u00b7 Solene Passa<br \/>\n\u00b7 Se a Cada Coisa<br \/>\n\u00b7 Sob a leve tutela<br \/>\n\u00b7 S\u00fabdito In\u00fatil<br \/>\n\u00b7 T\u00e3o cedo passa tudo quanto passa!<br \/>\n\u00b7 T\u00e3o Cedo<br \/>\n\u00b7 T\u00eanue<br \/>\n\u00b7 Temo, L\u00eddia<br \/>\n\u00b7 Tirem-me os Deuses<br \/>\n\u00b7 Tudo que Cessa<br \/>\n\u00b7 Tuas, N\u00e3o Minhas<br \/>\n\u00b7 Uma Ap\u00f3s Uma<br \/>\n\u00b7 Uns<br \/>\n\u00b7 Vem sentar-te comigo, L\u00eddia, \u00e0 beira do rio<br \/>\n\u00b7 Vivem em n\u00f3s in\u00fameros<br \/>\n\u00b7 Vive sem Horas<br \/>\n\u00b7 Vossa Formosa<\/p>\n<p><strong>Go to Originals:<\/strong><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.e-biografias.net\/fernando_pessoa\/\" >e-biografias.net<\/a><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.suapesquisa.com\/biografias\/fernando_pessoa.htm\" >suapesquisa.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fernando Pessoa foi um poeta portugu\u00eas, um dos mais importantes da l\u00edngua portuguesa. Foi editor, astr\u00f3logo, publicit\u00e1rio, tradutor t\u00e9cnico, jornalista, empres\u00e1rio, cr\u00edtico liter\u00e1rio e cr\u00edtico pol\u00edtico. Nasceu e morreu em Lisboa, Portugal. Ficou \u00f3rf\u00e3o de pai aos 5 anos. Sua morte prematura, aos 47 anos, foi consequencia de beber \u00e1lcool em excesso pois apresentou cirrose hep\u00e1tica. <\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":67151,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[900],"class_list":["post-134854","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-original-languages","tag-biography"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134854","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=134854"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134854\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=134854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=134854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=134854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}