{"id":53274,"date":"2015-02-09T12:00:39","date_gmt":"2015-02-09T12:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/?p=53274"},"modified":"2015-05-05T21:26:08","modified_gmt":"2015-05-05T20:26:08","slug":"portugues-freio-na-boca-de-cavalo-serve-para-que-explicacoes-de-alexander-nevzorov","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/2015\/02\/portugues-freio-na-boca-de-cavalo-serve-para-que-explicacoes-de-alexander-nevzorov\/","title":{"rendered":"(Portugu\u00eas) Freio na boca de cavalo serve para qu\u00ea? Explica\u00e7\u00f5es de Alexander Nevzorov: Tortura"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_53275\" style=\"width: 670px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/freio-boca-cavalo.jpg\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-53275\" class=\"size-full wp-image-53275\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/freio-boca-cavalo.jpg\" alt=\"Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" width=\"660\" height=\"452\" srcset=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/freio-boca-cavalo.jpg 660w, https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/freio-boca-cavalo-300x205.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-53275\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Alexander Nevzorov, em seu livro <em>The Horse Crucified and Risen<\/em>, ao alertar para a baba grossa escorrendo da boca de um cavalo com ferro plantado na cavidade bucal, pressionando a l\u00edngua, refere-se a ele como \u201cum aparato especial para infligir muita dor\u201d ao animal, um \u201cpesadelo\u201d para o cavalo, pois a \u201ccausa dessa baba grossa \u00e9 tr\u00e1gica\u201d. [p. 10]<\/p>\n<p>Nevzorov esclarece fisiologicamente o que acontece: \u201cPrimeiramente, h\u00e1 o ressecamento da garganta pela impossibilidade de engolir a saliva\u201d. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso. A baba grossa saindo da boca do animal indica que as gl\u00e2ndulas par\u00f3tidas est\u00e3o lesadas. A saliva espumando a sair pela boca, em qualquer animal, indica algo fora do normal, at\u00e9 mesmo amea\u00e7ador, \u201cum sinal de desconforto, dor, tens\u00e3o, dor aguda, ou de algo muito errado\u201d.[p. 11].<\/p>\n<p>\u00c9 uma grande mentira falar que o cavalo \u201ctem amor pelo freio, esse instrumento de tortura\u201d, afirma Nevzorov. [p. 11] Segundo o autor, \u201cbasta abrir qualquer manual de odontologia equina para que os olhos caiam imediatamente em algum artigo sobre as les\u00f5es dos l\u00e1bios, gengivas, dentes, palato e partes sens\u00edveis similares da boca, causadas pelos freios [&#8230;]\u201c. [p. 11]<\/p>\n<p>No entender de Nevzorov, \u201co ferro [freio] foi, \u00e9 e ser\u00e1 um fator fundamental e determinante nessa estranha e dram\u00e1tica rela\u00e7\u00e3o entre o cavalo e o homem.\u201d [p. 28] \u201cPor mais de tr\u00eas mil anos se manufaturam pe\u00e7as de metal que d\u00e3o aos humanos a ilus\u00e3o de autoridade sobre o muito livre, muito forte e muito indefeso cavalo.\u201d E, mais adiante, conclui: \u201c[&#8230;] O ferro na boca do cavalo se tornou, para o homem, uma esp\u00e9cie de atributo indispens\u00e1vel da rela\u00e7\u00e3o, uma chave m\u00e1gica para controlar o cavalo.\u201d [ p. 29]<\/p>\n<p>Para o autor, \u00e9 uma grande ilus\u00e3o pensarmos que \u00e9 o homem quem controla o cavalo sobre cujo lombo est\u00e1 montado, atr\u00e1s do qual comanda a charrete, ou sobre o qual carrega os armamentos da artilharia. \u201cIsso n\u00e3o \u00e9 verdade. A dor controla o cavalo. Eles param o cavalo com dor, eles o dirigem pela dor e o fazem virar com a dor.\u201d [p. 42-43] \u201cA cervical e o sistema muscular do cavalo s\u00e3o lesados pelo pux\u00e3o das r\u00e9deas.\u201d [p. 52]<\/p>\n<p>Para n\u00e3o deixar d\u00favidas sobre a condi\u00e7\u00e3o dos outros cavalos, em compara\u00e7\u00e3o com os usados para monta, o equin\u00f3logo Nevzorov afirma: \u201cEsses cavalos, que poderiam ser colocados numa categoria gen\u00e9rica de \u2018cavalos n\u00e3o selados\u2019 \u2013 os da infantaria, os usados no campo, os puxadores de carro\u00e7as, os habitantes das cidades \u2013 tiveram o mesmo destino atrav\u00e9s dos s\u00e9culos nas m\u00e3os de todas as pessoas. O destino e a vida dos cavalos trabalhadores da era g\u00f3tica de modo algum diferem do destino e da vida deles no Egito Antigo, ou dos cavalos dos servos russos. A moda, a tend\u00eancia, o nascimento e a morte de v\u00e1rias escolas de modo algum influenciou a vida monstruosa desses cavalos, a vida repleta de chicotadas e de outras indignidades.\u201d [p. 31]<\/p>\n<p>Fora as les\u00f5es da boca e dos dentes, do pulm\u00e3o e do est\u00f4mago, pelo uso do ferro na boca, estas s\u00e3o doen\u00e7as que afetam todos os cavalos usados para monta ou tra\u00e7\u00e3o: \u201cda coluna, das pernas, da nuca, dos m\u00fasculos e ligamentos, artrite e artrose.\u201d [p. 37]<\/p>\n<p>Nevzorov desmente ainda a afirma\u00e7\u00e3o de que \u00e9 poss\u00edvel aplicar um freio \u00e0 boca de um cavalo sem feri-la, ou sem lhe causar dor alguma, sem lesar os tecidos dessa \u00e1rea. Esse tipo de freio n\u00e3o existe, afirma o autor, e conclui: \u201cTodo ferro enfiado na boca de um cavalo tem apenas um prop\u00f3sito: causar-lhe dor\u201d. Em seguida, ele explica a fisiologia dessa dor, nos seguintes termos: o freio do cavalo, grosso modo, \u201cdivide-se em duas categorias: a da a\u00e7\u00e3o trigeminal (quando os ramos do nervo trig\u00eameo que passam ao longo dos ossos que formam a mand\u00edbula inferior s\u00e3o escolhidos como principal ponto da infli\u00e7\u00e3o da dor) e a do \u2018efeito dental\u2019, pela qual as \u00e1reas dentais macias \u2013 as barras, os dentes (o primeiro e segundo premolares), l\u00edngua, palato e gengivas s\u00e3o submetidos \u00e0 uma influ\u00eancia dolorosa direta \u2013 isto \u00e9, \u00e0 dor direta que atua sobre os nervos palatais menores, os ramos dos nervos maxilares, o nervo sublingual, os nervos alveolares e os nervos faciais.\u201d [p. 53]<\/p>\n<p>Aprofundando mais a quest\u00e3o da fisiologia da dor e da psicologia da dor facial equina, Nevzorov explica: \u201cO ferro (freio) com a\u00e7\u00e3o trigeminal \u00e9 baseado mais na intimida\u00e7\u00e3o. O cavalo, sendo uma criatura de fenomenal intelig\u00eancia, vai sempre se lembrar do tipo de \u2018mina\u2019 plantada em sua boca pelo homem. Esse ferro (freio) n\u00e3o causa uma dor cruel cont\u00ednua, mas inflige somente, vez por vez , uma \u2018inje\u00e7\u00e3o\u2019 curta dessa dor no c\u00e9rebro e na consci\u00eancia do cavalo\u201d [p. 53], a cada vez que as r\u00e9deas s\u00e3o puxadas para que ele pare, vire para a esquerda, para a direita etc. Sem uma \u2018mina\u2019 dessas plantada em sua boca, o cavalo \u00e9, por natureza, um animal \u201cperigoso, indisciplinado, violento, sem limites.\u201d [p. 61-62]<\/p>\n<p>H\u00e1 quem venha argumentando que os freios (ferros) de hoje s\u00e3o desenhados de modo diferente dos modelos antigos. Nevzorov desmente: \u201cO freio (ferro) de hoje de modo algum se pode distinguir do ferro de s\u00e9culos passados. A mesma pe\u00e7a bucal monol\u00edtica do freio \u00e9 plantada no arco do palato do cavalo, n\u00f3s ainda apertamos a mesma corrente que causa dolorosa paralisia com a press\u00e3o forte sobre o nervo trig\u00eameo.\u201d [p. 62] Os freios modernos, continua Nevzorov, \u201cs\u00e3o divididos em ferro de a\u00e7\u00e3o dental e ferro de a\u00e7\u00e3o trigeminal, exatamente do mesmo modo como o foram seus antecessores hist\u00f3ricos. E s\u00e3o usados precisamente do mesmo modo. Hoje, ele \u00e9 menos intricado, as hastes foram um pouco encurtadas, metais diferentes foram criados, mas sua ess\u00eancia n\u00e3o mudou nada.\u201d [p. 62]<\/p>\n<p>Enfim, conclui o autor, \u2018freio macio\u2019 n\u00e3o existe por natureza. Excetuando-se talvez o merc\u00fario, do qual voc\u00ea jamais far\u00e1 um freio ou embocadura. Ferro \u00e9 ferro. \u201d [p. 114]<\/p>\n<p>Ainda sobre a fisiologia e a psicologia da dor equina, Nevzorov, esclarece: \u201cO cavalo, para sua infelicidade, foi criado de tal modo que ele pode disfar\u00e7ar qualquer dor, exceto a mais insuport\u00e1vel, at\u00e9 o fim, sem demonstr\u00e1-la de modo algum, e esfor\u00e7ando-se por n\u00e3o apresentar qualquer mudan\u00e7a em seu comportamento externo. [&#8230;] Disfar\u00e7ar um mal \u00e9 um dos seus instintos mais profundos e primitivos, que n\u00e3o desapareceu completamente nos mil\u00eanios da assim chamada \u2018doma\u2019\u201d.<\/p>\n<p>A raz\u00e3o pela qual esse animal senciente disfar\u00e7a a dor at\u00e9 o limite do insuport\u00e1vel? \u201cNa natureza selvagem, o cavalo que demonstra dor, fraqueza ou uma enfermidade ao mesmo tempo se condena a ser devorado [&#8230;] ou a ser rebaixado na escala hier\u00e1rquica do seu rebanho.\u201d [p. 82-83]<\/p>\n<p>O cavalo n\u00e3o \u00e9 incapaz de avisar os humanos sobre suas dores e les\u00f5es. Ele o faz o tempo todo, de um modo que os humanos n\u00e3o tentam compreender, pois \u201cinterpretam esses sinais como desobedi\u00eancia, e assim come\u00e7a o uso do chicote ou de equipamentos especiais\u201d. [p. 83]<\/p>\n<p>\u00c9 sobre o diastema (o espa\u00e7o sem dentes das gengivas em vertebrados) \u201cque o ferro atua [&#8230;] pois aqui est\u00e1 localizada a parte mais sens\u00edvel do nervo trig\u00eameo. Nessa \u00e1rea n\u00e3o h\u00e1 uma camada submucosa que o possa proteger dos impactos da press\u00e3o do ferro. Esse o afeta diretamente. O nervo \u00e9 super sens\u00edvel. O ferro pressiona e impacta exatamente nesse ponto causando no cavalo \u201c\u2018uma dor aguda, queimante e paralisante\u2019.\u201d [p. 96]<\/p>\n<p>De 300 cavalos examinados em 2010 pela fisi\u00f3loga Lydia Nevzorova, especialista em les\u00f5es equinas que trabalha na Haute \u00c9cole Nevzorov, \u201capenas um n\u00e3o apresentava les\u00f5es inflamat\u00f3rias.\u201d [103]<\/p>\n<p>O que mais assombra \u00e9 que este exame para detec\u00e7\u00e3o de inflama\u00e7\u00f5es por todo o corpo do cavalo, feito por Lydia Nevzorova, \u00e9 t\u00e3o caro que \u201csomente cavalos de luxo s\u00e3o examinados\u201d. [p. 103]. Se, de 300 cavalos de luxo apenas um n\u00e3o estava lesado, o que devemos concluir sobre a dor e as les\u00f5es dos cavalos pobres usados para tra\u00e7\u00e3o e atra\u00e7\u00e3o tur\u00edsticas ao redor do mundo?<\/p>\n<p>Em todo cavalo, sem exce\u00e7\u00e3o, escreve Nevzorov, \u201ch\u00e1 uma profunda inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica do periodonto (periodontite), das gengivas e de toda camada que reveste a cavidade\u201d atritada pelo ferro plantado na boca do animal. [p. 107]<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica da infli\u00e7\u00e3o de dor pelo ferro na boca pode ser entendida como a aplica\u00e7\u00e3o de uma dor maior ainda para fazer o cavalo obedecer, quando por natureza, ao estar sofrendo todas as dores cr\u00f4nicas, ele n\u00e3o se moveria em obedi\u00eancia a qualquer humano.<\/p>\n<p>Assim, explica Nevzorov, \u201c\u2026 a dor aplicada deliberadamente com for\u00e7a, para que seja efetiva e obrigue o cavalo a cumprir as instru\u00e7\u00f5es do cavaleiro, deve exceder consideravelmente as dores cr\u00f4nicas das numerosas les\u00f5es j\u00e1 existentes.\u201d [p. 108]<\/p>\n<p>Al\u00e9m das inflama\u00e7\u00f5es dolorosas, do ferro agressivo na boca, a chicotada vem para fazer o animal esquecer-se por um segundo dessas dores cont\u00ednuas, ou da amea\u00e7a da dor lancinante causada pelo choque neurocranial aplicado na puxada do freio. \u201cSimplesmente\u201d, explica Nevzorov, \u201ctodos os meios coercitivos, tanto o ferro quanto os acess\u00f3rios, s\u00e3o desenhados de tal modo que a dor usual nas costas, no pesco\u00e7o e nas pernas, dos impactos no nervo trig\u00eameo ou nas gengivas sejam esquecidas.\u201d [p. 108]<\/p>\n<p>Caso algu\u00e9m pense que com o uso cont\u00ednuo se forma um calo que protegeria o cavalo da dor nas \u00e1reas da boca atritadas pelo ferro, Nevzorov, enfaticamente, desfaz qualquer ilus\u00e3o: \u201cMucosas n\u00e3o formam calos. E a boca \u00e9 pura mucosa.\u201d [p. 108]<\/p>\n<p>Os cavalos acabam por adotar um modo de aliviar as dores e o inc\u00f4modo desse ferro plantado em sua cavidade bucal, movendo a l\u00edngua e os maxilares para um lado e para o outro. Tais movimentos, explica Nevzorov, s\u00e3o uma tentativa de se proteger do ferro.\u201d [p. 111]<\/p>\n<p>Os bem-estaristas, com certeza, podem pensar que \u00e9 poss\u00edvel eliminar a dor e o tormento dos animais, sem abolir o uso de ferros ou sem abolir o uso dos animais para tra\u00e7\u00e3o, monta ou atra\u00e7\u00e3o art\u00edstica e tur\u00edstica. N\u00e3o h\u00e1 chance. \u201d Se o ferro for grosso\u201d, explica Nevzorov, \u201d ele poupa os l\u00e1bios de cortes, mas fere a l\u00edngua e os nervos adjacentes, pois ocupa mais espa\u00e7o na boca e faz maior press\u00e3o\u201d. [p. 114]<\/p>\n<p>E aqueles que se gabam de conduzir o animal sem lhe causar dor alguma, os que se gabam de ter um \u201ctoque suave\u201d ou \u201cm\u00e3os suaves\u201d, Nevzorov esclarece que tal habilidade nada mais \u00e9 do que o \u201cconhecimento de como infligir uma dor forte e paralisante na boca do cavalo, sem produzir feridas profundas locais ou fazendo isso raramente.\u201d [p. 114]<\/p>\n<p>Sobre a liberdade humana de infligir dor ao cavalo, Nevzorov escreve: \u201cA habilidade de chicotear e de infligir dor n\u00e3o \u00e9 um direito humano, isso apenas o transforma em um eterno inimigo, jamais em um l\u00edder.\u201d [p. 147]<\/p>\n<p>Sobre os cavalos usados para tra\u00e7\u00e3o nas cidades, adverte: \u201cSua submiss\u00e3o e tranquilidade resultam de certos problemas fisiol\u00f3gicos que os transformam em mortos-vivos, e eles est\u00e3o ali onde est\u00e3o, porque foram completamente destru\u00eddos pelo esporte, pela tra\u00e7\u00e3o de carro\u00e7as, pela divers\u00e3o.\u201d [p. 167] Nevzorov afirma: \u201cVida na condi\u00e7\u00e3o de alugado n\u00e3o \u00e9 vida para um cavalo saud\u00e1vel.\u201d [p. 167]<\/p>\n<p>Sem deixar d\u00favida sobre a agonia dos cavalos montados e usados para tra\u00e7\u00e3o, o autor conclui: \u201cA liberdade\u201d, para um cavalo, deve ser colocada antes da \u201csaciedade, da satisfa\u00e7\u00e3o e da seguran\u00e7a\u201d, e o \u201cmovimento\u201d em liberdade \u00e9 uma necessidade org\u00e2nica, mais premente at\u00e9 do que a de comer, dormir e fazer sexo.\u201d [p. 291]<\/p>\n<p>[Todas as refer\u00eancias \u00e0s p\u00e1ginas s\u00e3o do livro The horse crucified and risen, da Alexander Nevzorov, Haute \u00c9cole. Fiz a tradu\u00e7\u00e3o para facilitar o acesso a essas informa\u00e7\u00f5es \u00e0s pessoas n\u00e3o afeitas a leituras em ingl\u00eas.]<\/p>\n<p>__________________________________<\/p>\n<p><em>S\u00f4nia T. Felipe<\/em>,<em> doutora em Teoria Pol\u00edtica e Filosofia Moral pela Universidade de Konstanz, Alemanha (1991), fundadora do N\u00facleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Viol\u00eancia (UFSC, 1993); volunt\u00e1ria do Centro de Direitos Humanos da Grande Florian\u00f3polis (1998-2001); p\u00f3s-doutorado em Bio\u00e9tica \u2013 \u00c9tica Animal \u2013 Univ. de Lisboa (2001-2002). Autora dos livros Acertos abolicionistas: a vez dos animais (Eco\u00e2nima, 2014); \u00c9tica e experimenta\u00e7\u00e3o animal: fundamentos abolicionistas (Edufsc, 2007;2014); Galactolatria: mau deleite (Eco\u00e2nima, 2012); Passaporte para o Mundo dos Leites Veganos (Eco\u00e2nima, 2012); Por uma quest\u00e3o de princ\u00edpios: alcance e limites da \u00e9tica de Peter Singer em defesa dos animais (Boiteux, 2003).<\/em><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.anda.jor.br\/27\/01\/2015\/freio-boca-cavalo-serve-explicacoes-alexander-nevzorov\" >Go to Original \u2013 anda.jor.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alexander Nevzorov, em seu livro &#8216;The Horse Crucified and Risen&#8217;, ao alertar para a baba grossa escorrendo da boca de um cavalo com ferro plantado na cavidade bucal, pressionando a l\u00edngua, refere-se a ele como \u201cum aparato especial para infligir muita dor\u201d ao animal, um \u201cpesadelo\u201d para o cavalo, pois a \u201ccausa dessa baba grossa \u00e9 tr\u00e1gica\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-53274","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-original-languages"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53274","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53274"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53274\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53274"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53274"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53274"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}