{"id":97430,"date":"2017-08-28T12:01:18","date_gmt":"2017-08-28T11:01:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/?p=97430"},"modified":"2017-08-23T14:41:24","modified_gmt":"2017-08-23T13:41:24","slug":"portugues-a-tourada-vista-por-um-medico-veterinario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/2017\/08\/portugues-a-tourada-vista-por-um-medico-veterinario\/","title":{"rendered":"(Portugu\u00eas) A Tourada Vista por Um M\u00e9dico Veterin\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<blockquote><p><em>Hoje em dia, s\u00f3 \u00e9 ignorante quem quer. A informa\u00e7\u00e3o sobre esta mat\u00e9ria \u00e9 mais que muita. E como \u00e9 triste comprovar que ainda h\u00e1 criaturas, e algumas com diplomas universit\u00e1rios, governantes no activo, ex-governantes e candidatos a governantes que optam pela ignor\u00e2ncia.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0Aqui deixo a verdade verdadeira sobre a selvajaria que o Estado portugu\u00eas vergonhosamente promove<em>:<\/em><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_97431\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/M\u00e9dico-Veterin\u00e1rio-Vasco-Reis-portugu\u00eas.jpeg\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-97431\" class=\"wp-image-97431 size-medium\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/M\u00e9dico-Veterin\u00e1rio-Vasco-Reis-portugu\u00eas-240x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/M\u00e9dico-Veterin\u00e1rio-Vasco-Reis-portugu\u00eas-240x300.jpeg 240w, https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/M\u00e9dico-Veterin\u00e1rio-Vasco-Reis-portugu\u00eas.jpeg 331w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-97431\" class=\"wp-caption-text\">Este \u00e9 o M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, Dr. Vasco Reis, o \u00fanico expert portugu\u00eas que tem a coragem de dar a cara e o nome pela aboli\u00e7\u00e3o da selvajaria taurom\u00e1quica em Portugal.<\/p><\/div>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Os animais humanos e n\u00e3o humanos s\u00e3o seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consci\u00eancia do que se passa em seu redor e do que \u00e9 agrad\u00e1vel, perigoso e agressivo e doloroso.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Estes seres experimentam sensa\u00e7\u00f5es, emo\u00e7\u00f5es e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, n\u00e3o poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es essenciais de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Afirmar-se que nalguma situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o medicada, algum animal possa n\u00e3o sentir medo e dor se for amea\u00e7ado ou ferido, \u00e9 testemunho da maior ignor\u00e2ncia, ou inten\u00e7\u00e3o de negar uma verdade vital.<\/p>\n<blockquote style=\"padding-left: 60px;\">\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><em>\u00a0A ci\u00eancia revela que o esquema anat\u00f3mico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mam\u00edferos s\u00e3o extremamente semelhantes.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0As reac\u00e7\u00f5es destas esp\u00e9cies s\u00e3o an\u00e1logas perante a amea\u00e7a, o susto, o ferimento. <em>O senso comum apreende e a ci\u00eancia confirma-o.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Depois desta explica\u00e7\u00e3o, imaginem o sofrimento horr\u00edvel que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao \u201ccalv\u00e1rio\u201d de uma tourada.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Conclus\u00e3o comportamental \u00e9tica?<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Seres humanos (taurom\u00e1quicos) n\u00e3o devem infligir a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os pr\u00f3prios infligidores (taurom\u00e1quicos) n\u00e3o aceitariam ser submetidos.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Na tourada \u00e0 portuguesa importa mencionar o terr\u00edvel sentimento de claustrofobia e p\u00e2nico que o touro sofre desde que \u00e9 retirado violentamente da campina e transportado em aperto at\u00e9 \u00e0 arena. Depois, h\u00e1 o maltrato com a finalidade de o enfraquecer f\u00edsica e animicamente antes de ser toureado.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0Na arena, o touro enfrenta a provoca\u00e7\u00e3o e a tortura durante a lide e no fim desta, com a retirada sempre violenta e muito dolorosa das bandarilhas, rasgando ou cortando mais o couro sem qualquer anestesia.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0No final de tudo, o animal \u00e9 metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metab\u00f3lica horr\u00edvel que o maldisp\u00f5e e intoxica, at\u00e9 que a morte o liberte de tanto sofrimento.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0O cavalo sofre um esgotamento e terr\u00edvel tens\u00e3o psicol\u00f3gica ao ser usado como ve\u00edculo, sendo dominado, incitado e lan\u00e7ado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de p\u00f4r-se a uma dist\u00e2ncia segura.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0\u00c0 for\u00e7a de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e corrente \u00e0 volta da mand\u00edbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por s\u00edncope\/paragem card\u00edaca, ferimentos mais ou menos graves, at\u00e9 a morte na arena.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0\u00c9 dif\u00edcil, sen\u00e3o imposs\u00edvel, acreditar que toureiros e aficionados amem touros e cavalos, quando os submetem a viol\u00eancia, risco, sofrimento.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">Questiono-me porque se continua a permitir uma actividade que assenta na viol\u00eancia e no sofrimento p\u00fablico de animais, legalizado e autorizado por lei e at\u00e9 apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\">\u00a0E uma verdadeira democracia n\u00e3o permite nem legaliza a tortura. E voc\u00ea?<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><em>&#8212; Dr.\u00a0Vasco Reis &#8211; Publicado no Algarve Jornal 123, Portim\u00e3o, Algarve, Portugal. <\/em>\u00a0<em>Fonte: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt\/p\/os-animais-humanos-e-nao-humanos-sao.html\" >http:\/\/abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt\/p\/os-animais-humanos-e-nao-humanos-sao.html<\/a><\/em><\/p>\n<p>\u00a0<strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>\u00ab<em>Se algum m\u00e9dico veterin\u00e1rio afirmar que o touro n\u00e3o sofre na tourada e em outros espect\u00e1culos igualmente b\u00e1rbaros, s\u00f3 vislumbro estas hip\u00f3teses: ou \u00e9 incompetente ou intelectualmente desonesto ou ambas!!! &#8212; <\/em>Ana Teresa Cunha<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p><em>\u00abConcordo plenamente com cada frase escrita e isto s\u00f3 continua porque o dinheiro que envolve as touradas fala mais alto; na minha opini\u00e3o n\u00e3o \u00e9 por aficionamento mas sim pelo lucro e o egocentrismo em dominar um animal de grande porte entrincheirado, deslocado do seu meio ambiente, assustado e sem se poder defender.\u00bb<\/em> &#8212; Lu\u00eds filipe Ricardo<\/p>\n<p>____________________________________<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><a href=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Isabel-A.-Ferreira.jpeg\" ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-97432\" src=\"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Isabel-A.-Ferreira.jpeg\" alt=\"\" width=\"50\" height=\"50\" \/><\/a><em>Isabel A. Ferreira nasceu em Ovar, distrito de Aveiro (Portugal). Com apenas dois anos de idade foi para o Brasil, onde iniciou os seus estudos. Aos oito anos regressa a Portugal. Acabado o ensino b\u00e1sico e o 5\u00ba ano do antigo ensino liceal, voltou ao Brasil, tendo a\u00ed terminado com distin\u00e7\u00e3o, o 1\u00ba ano do Curso de Hist\u00f3ria, na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras do Rio de Janeiro, (Sociedade Universit\u00e1ria Gama Filho), o que lhe valeu uma bolsa de m\u00e9rito para continuar os estudos em Portugal, terminando a licenciatura na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, cidade onde completou tamb\u00e9m um curso de L\u00edngua Inglesa. <a href=\"isabelferreira@net.sapo.pt\">isabelferreira@net.sapo.pt<\/a><\/em><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/arcodealmedina.blogs.sapo.pt\/572988.html\" >Go to Original \u2013 arcodealmedina.blogs.sapo.pt<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> Na tourada \u00e0 portuguesa h\u00e1 o terr\u00edvel sentimento de claustrofobia e p\u00e2nico que o touro sofre desde que \u00e9 retirado violentamente da campina e transportado em aperto at\u00e9 \u00e0 arena, seguido pelo maltrato para o enfraquecer f\u00edsica e animicamente antes de ser toureado.  Na arena, o touro enfrenta a provoca\u00e7\u00e3o e a tortura durante a lide e no fim desta, totalmente ensanguentado, com a retirada sempre violenta e muito dolorosa das bandarilhas, rasgando e cortando ainda mais o seu couro.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-97430","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-original-languages"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97430","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97430"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97430\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.transcend.org\/tms\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}